Descrição
No vídeo, o historiador Ronaldo Vainfas contextualiza o conhecimento que os portugueses possuíam acerca da existência de terras a oeste do globo. Em seguida, diferencia os termos “achamento” e “descobrimento”, destacando por que o mais adequado é se referir ao episódio como o “achamento do Brasil”.
Contexto de produção
O vídeo foi produzido no âmbito da Exposição de Longa Duração do Museu da Língua Portuguesa, como parte dos conteúdos audiovisuais que apresentam diferentes perspectivas historiográficas sobre a formação da língua e da identidade brasileira. Gravado em 2019–2020, no período de reconstrução do Museu após o incêndio, o material contou com a colaboração da Fundação Roberto Marinho, responsável pela coordenação de diversas peças audiovisuais exibidas no espaço.
Nessa obra, o historiador Ronaldo Vainfas, especialista em História Colonial, explica os conhecimentos náuticos e geográficos que os portugueses já possuíam sobre terras situadas a oeste do Atlântico no início do século XVI. Em seguida, propõe a distinção entre os termos “achamento” e “descobrimento”, reforçando a pertinência do uso da expressão “achamento do Brasil” no contexto da chegada da frota de Pedro Álvares Cabral em 1500.
Motivo da Entrada
O vídeo foi produzido no âmbito da Exposição de Longa Duração do Museu da Língua Portuguesa, como parte dos conteúdos audiovisuais que apresentam diferentes perspectivas historiográficas sobre a formação da língua e da identidade brasileira. Gravado em 2019–2020, no período de reconstrução do Museu após o incêndio, o material contou com a colaboração da Fundação Roberto Marinho, responsável pela coordenação de diversas peças audiovisuais exibidas no espaço.