The museological collection of Museu da Língua Portuguesa brings together reference items and objects under the institution’s care, forming a body that reflects the diversity of relationships between the Portuguese language, history, and culture. This collection includes audiovisual, iconographic, sound, textual, and three-dimensional works that document and expand the understanding of the language through four curatorial axes:
- Antiquity of the language
- Global presence
- Syncretic formation
- Ongoing reinvention
O acervo museológico do Museu da Língua Portuguesa reúne itens de referência e objetos sob a guarda da instituição, compondo um conjunto que reflete a diversidade de relações entre a língua portuguesa, história e cultura. Fazem parte desse acervo obras audiovisuais, iconográficas, sonoras, textuais e tridimensionais que documentam e ampliam a compreensão sobre a língua a partir de quatro eixos curatoriais:
Darcy Ribeiro explica a herança árabe na cultura europeia
25/05/2026
Vídeo com participação do antropólogo brasileiro Darcy Ribeiro, registrado em 2000. No início, Darcy afirma que foram os árabes que ensinaram aos europeus a cultura grega e romana, além de introduzirem os números arábicos. Ao final, o vídeo apresenta cenas antigas do cotidiano na cidade de Lisboa, ilustrando aspectos da vida urbana portuguesa. A obra combina depoimento reflexivo com imagens documentais, reforçando a continuidade da influência árabe na formação da cultura luso-europeia.
Rádio
25/05/2026
Rádio de mesa com corpo em madeira envernizada e formato de arco ogival, conhecido como cathedral. A parte frontal possui tela de tecido trançado de tom amarelado, protegendo o alto-falante. Abaixo, há três botões de controle em baquelite e duas pequenas janelas de mostradores metálicos para sintonia e volume.
Eutro
25/05/2026
A escultura de Arnaldo Antunes consiste em uma peça giratória mecanizada, concebida em aço inox 306. Com dimensões de 40 x 40 x 40 cm, a obra alia robustez e precisão técnica, garantindo movimento contínuo e integrado à proposta artística.
Tábua de Ifá
A tábua de Ifá é um elemento divinatório da cultura iorubá. O jogo e as respostas regem as datas de plantio ou colheita, casamentos, celebrações e outros elementos da vida comunitária. Pode ser também chamado de “Bandeja de adivinhação”. Porém, seu nome original vem de uma língua africana, a língua Ioruba. Nessa língua, é chamado de “Opón-Ifá”. Na língua Fongbe que é vizinha da língua Ioruba, é chamado de “Fate”. A presença desse objeto no Brasil remonta a época da escravidão, quando povos Ioruba e Fon, assim como vários outros da costa oeste do continente africano foram arrastados para o Brasil, trazendo junto com eles tantos recursos materiais e imateriais de suas práticas socioculturais.
Resistência Já
25/05/2026
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Santa Catarina / SC
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Rio Grande do Sul / RS
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Rio Grande do Norte / RN
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Mato Grosso do Sul / MS
O vídeo é uma animação criada por Daiara Tukano, que utiliza grafismos para representar conflitos históricos entre povos indígenas e forças coloniais e estatais no Brasil. A obra menciona, por meio de símbolos visuais, 17 episódios de violência e resistência indígena, desde o século XVI até os dias atuais.
Ao final do vídeo, a artista apresenta um manifesto em que afirma que, antes da invasão colonial de 1500, diversos povos indígenas já habitavam o território. Desde então, esses povos vêm sendo alvo de processos contínuos de violência, expulsão e extermínio.
Tigela Tupinambá
25/05/2026
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Amazônia brasileira
A Tigela Tupinambá é uma peça arqueológica tridimensional, produzida em cerâmica modelada e pintada, datada aproximadamente do ano 1500. De formato ovalado, apresenta bordas espessas e arredondadas, com superfície interna decorada por padrões geométricos em relevo, compostos por linhas entrelaçadas. A coloração predominante é clara, com variações entre tons de bege e marrom claro. A peça apresenta rachaduras visíveis, além de abrasões, fissuras e perda de policromia, indicando desgaste ao longo do tempo. Há também indícios de intervenções anteriores, possivelmente relacionadas a processos de restauração.
A peça é atribuída à subtradição Tupinambá da Amazônia, grupo pertencente ao tronco linguístico Tupi-Guarani, que ocupava territórios ao longo do litoral atlântico e também áreas do atual estado do Pará, especialmente nas margens dos rios Tocantins, Xingu e Amazonas. A produção cerâmica entre esses grupos fazia parte de um sistema técnico e simbólico complexo, com peças utilizadas tanto em atividades cotidianas — como o preparo e armazenamento de alimentos — quanto em contextos cerimoniais e funerários. A tigela reflete esse conhecimento técnico e cultural, transmitido por meio de práticas coletivas.
A Buzina do Chacrinha
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Foto em preto em branco do apresentador Chacrinha entregando uma televisão para uma mulher. Atrás de ambos há duas pessoas, o cenário ao fundo é do programa de TV "A buzina do Chacrinha". O programa foi transmitido por diversas emissora como TV Globo, TV Tupi, TV Rio, Record e Bandeirantes.
additionalType
Fotografia
Marília de Dirceu
25/05/2026
about
Maria Dorotéia Joaquina de Seixas
Réplica da primeira edição do livro Marília de Dirceu impressa no Brasil.