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Fala, Falar, Falares

15/04/2026

Fala, Falar, Falares em formato de exposição virtual do Museu da Língua Portuguesa que explora o fenômeno da fala humana e a diversidade do português falado no Brasil. Com curadoria da cineasta e cenógrafa Daniela Thomas e do escritor e linguista Caetano W. Galindo, a mostra propõe uma reflexão sobre o ato de falar como um gesto biológico, cultural e identitário.

Organizada em núcleos temáticos, a exposição aborda os mecanismos físicos da fala, a formação e circulação das palavras, as rotas etimológicas do português brasileiro e a pluralidade de sotaques do país. Por meio de recursos audiovisuais e interativos, o percurso virtual apresenta mapas linguísticos, quizzes sonoros e depoimentos de falantes de diferentes origens, promovendo uma experiência de escuta e reconhecimento da diversidade linguística.

A exposição inclui ainda um núcleo poético dedicado aos nomes de municípios brasileiros, compondo uma narrativa visual que evidencia a criatividade e a multiplicidade da língua portuguesa. Inspirada na instalação “Falares”, presente na exposição principal do Museu desde 2021, Fala Falar Falares amplia o acesso aos conteúdos do museu ao transpor a experiência expositiva para o ambiente digital.

Tipo de Exposição

Exposição virtual

Estação da Luz: 120 anos

15/04/2026

A exposição virtual “120 anos da Estação da Luz”, disponível no Google Arts & Culture, celebra os 120 anos do edifício histórico da Estação da Luz, situado na região central de São Paulo, inaugurado em 1º de março de 1901. A mostra apresenta a trajetória da construção, projetada pelo engenheiro britânico Charles Henry Driver, com materiais importados, destacando seu papel no ciclo do café e na expansão econômica de São Paulo no início do século XX.

A exposição também aborda os incêndios que abalaram a estação em 1946 e 2015, bem como os processos de restauração que permitiram a preservação do edifício e a reabertura do Museu da Língua Portuguesa. Além disso, evidencia o entrelaçamento da estação com a memória urbana, os imigrantes, os operários e as transformações sociais dos bairros da Luz e Bom Retiro.

Essa exposição virtual permite ao visitante compreender a importância arquitetônica, histórica e cultural da Estação da Luz, refletindo sobre seu papel como patrimônio urbano, museológico e simbólico da cidade de São Paulo.

Tipo de Exposição

Exposição virtual

Exposição de Longa Duração

31/07/2021

A Exposição de Longa Duração do Museu da Língua Portuguesa, foi revista e reinaugurada em 2021, após o incêndio que atingiu o prédio em 2015. O conteúdo da exposição, que teve sua inauguração em 2006, foi renovado e passou a refletir criticamente a sociedade, seus conflitos e suas novas perspectivas, traduzidas em experiências novas e inquietantes. O foco da exposição é explorar a língua portuguesa falada por 260 milhões de pessoas no mundo, sua história, suas influências e sua importância como elemento da identidade cultural.

A Exposição de Longa Duração é dividida em dois núcleos, separados por andar. O primeiro núcleo, "Viagens da Língua", está localizado no 2º Andar, e o segundo, "Língua Viva", está no 3º Andar. Além disso, há uma peça musical de Arnaldo Antunes no elevador, quando não estão ocorrendo exposições temporárias.

Em "Viagens da Língua", as Experiências apresentadas são: Línguas do Mundo, Rua da Língua, Laços de Família, Beco das Palavras, Línguas do Cotidiano, Nós da Língua, Palavras Cruzadas e Português do Brasil, sendo que as duas últimas incluem módulos que retratam a composição de cada experiência.

Em "Língua Viva", as Experiências são: Língua Solta, O Que Pode a Língua?, Praça da Língua e Falares, com a última também contando com módulo que ilustra a composição da experiência.

Tipo de Exposição

Exposição de Longa Duração

Língua Solta

31/07/2021

A exposição "Língua Solta" foi realizada no Museu da Língua Portuguesa, com curadoria de Fabiana Moraes e Moacir dos Anjos. A mostra, que esteve em cartaz de 31 de julho a 3 de outubro de 2021, revelou a língua portuguesa em seus diversos desdobramentos na arte e no cotidiano.

Composta por 180 obras, a exposição apresentou objetos da arte popular e contemporânea. Entre os destaques estavam o manto bordado por Arthur Bispo do Rosário e estandartes de maracatu rural. A mostra também incluiu projeções de memes, um mural interativo de Rivane Neuenschwander e diversas obras de artistas como Mira Schendel, Leonilson e Rosângela Rennó.

A exposição conectou arte à política, vida em sociedade, práticas cotidianas e formas de protesto, religião e sobrevivência, sempre atravessadas pela língua portuguesa. Os visitantes foram convidados a refletir sobre o poder emancipador da língua e sua influência nas questões de raça, classe, gênero e geografias.

Durante a Semana Internacional da Língua Portuguesa, a exposição teve um pré-lançamento, recebendo 160 visitantes. Entre maio e junho, escolas e instituições sociais da vizinhança do museu também visitaram a mostra.

Tipo de Exposição

Exposição temporária

Línguas africanas que fazem o Brasil

24/05/2024

A exposição "Línguas Africanas" foi realizada no Museu da Língua Portuguesa, na sala de exposições do primeiro andar, com curadoria do músico e filósofo Tiganá Santana. A mostra destacou a influência das línguas dos habitantes da África Subsaariana, como o iorubá, eve-fom e as do grupo bantu, na configuração do português falado no Brasil. Essas línguas contribuíram significativamente para o vocabulário, a pronúncia e a entonação do português brasileiro, mesmo que essa influência não seja amplamente reconhecida pelos falantes. Essa herança linguística e cultural foi legada por cerca de 4,8 milhões de africanos trazidos ao Brasil de forma violenta entre os séculos 16 e 19, durante o regime escravocrata.

A exposição recebeu o público com 15 palavras oriundas de línguas africanas, impressas em estruturas ovais de madeira penduradas pela sala. Palavras como bunda, xingar, marimbondo, dendê, canjica, minhoca e caçula foram destacadas e podiam ser ouvidas nas vozes de pessoas que residem na região da Estação da Luz, onde o museu está localizado. Outro destaque foi a obra do artista plástico baiano J. Cunha – um tecido estampado com os dizeres “Civilizações Bantu” que vestiu o tradicional Ilê Aiyê, primeiro bloco afro do Brasil, no Carnaval de 1996. Além disso, cerca de 20 mil búzios foram suspensos e distribuídos pelo ambiente.

A exposição também contou com duas videoinstalações da artista visual fluminense Aline Motta. Na obra "Corpo Celeste III", emprestada pela Pinacoteca de São Paulo e projetada no chão em larga escala, a artista destacou formas milenares de grafias centro-africanas, especificamente as do povo bakongo. Já em "Corpo Celeste V", criada exclusivamente para o Museu da Língua Portuguesa, quatro provérbios em quicongo, umbundo, iorubá e quimbundo, traduzidos para o português, foram exibidos em movimento nas paredes. A baiana Rebeca Carapiá, um dos principais nomes da nova geração da escultura no país, assinou obras de arte criadas em diálogo com frequências e grafias afrocentradas, a partir de seu trabalho com metais.

A exposição também mostrou como canções populares no Brasil foram criadas a partir da integração entre línguas africanas e o português, como "Escravos de Jó" e "Abre a roda, tindolelê". Além dos búzios, a mostra explorou outras linguagens não-verbais advindas das culturas africanas ou afro-diaspóricas, como os cabelos trançados e os turbantes. Outro exemplo da linguagem não-verbal foram os tambores, que compuseram uma cenografia com projeções criadas por Aline Motta, incluindo imagens do mar e trechos do texto "Racismo e Sexismo na Cultura Brasileira", de Lélia Gonzalez.

A exposição "Línguas Africanas" contou com patrocínio máster da Petrobras, patrocínio da CCR, do Instituto Cultural Vale, e da John Deere Brasil; e apoio do Itaú Unibanco, do Grupo Ultra e da CAIXA.

Tipo de Exposição

Exposição temporária

Fala, Falar, Falares

28/03/2025

A exposição “Fala Falar Falares”, apresentada pelo Museu da Língua Portuguesa, celebrou a fascinante capacidade humana de transformar o som em linguagem, emoção e identidade. Com curadoria da cenógrafa e cineasta Daniela Thomas e do escritor e linguista Caetano W. Galindo, a mostra convidou o público a refletir sobre o ato de falar como um verdadeiro superpoder da espécie humana — um gesto que envolve corpo, mente e cultura, e que, no Brasil, se manifesta em uma multiplicidade de vozes, sotaques e modos de expressão.

Com patrocínio máster da Petrobras e do Grupo CCR, por meio do Instituto CCR, além do patrocínio do Instituto Cultural Vale e apoio do Grupo Ultra e do Itaú Unibanco, via Lei Federal de Incentivo à Cultura (Lei Rouanet), a exposição foi uma realização do Ministério da Cultura.

A mostra propôs uma experiência sensorial e interativa, explorando o fenômeno da fala desde seus aspectos biológicos até as dimensões sociais e culturais da língua portuguesa falada no Brasil. O percurso expositivo teve início com uma imersão no corpo humano — revelando, por meio de imagens de ressonância magnética e instalações sonoras, como o ar, os pulmões e as cordas vocais se articulam para produzir a fala. Em uma das experiências, os visitantes podiam respirar diante de um microfone calibrado para captar apenas o som da respiração, que se transformava em pulsos de luz, destacando a materialidade do som.

Em seguida, o público era convidado a percorrer instalações que exploravam a formação e a origem das palavras, as rotas etimológicas que moldaram o português brasileiro e a diversidade de sotaques espalhados pelo país. Um mapa-múndi interativo mostrava os caminhos percorridos por palavras até se fixarem no vocabulário cotidiano, enquanto um quiz sonoro desafiava os visitantes a identificar diferentes sotaques do Brasil — revelando o quanto os estereótipos sobre fala e pronúncia ainda mascaram a verdadeira riqueza da variedade linguística nacional.

Outro destaque era a instalação circular que colocava o visitante no centro de uma conversa entre doze pessoas de diferentes origens, que compartilhavam suas experiências, afetos e desafios relacionados à língua, ao sotaque e à identidade. As falas, gravadas separadamente, se sincronizavam em uma espécie de coral de vozes, criando uma sensação de diálogo coletivo sobre pertencimento e diversidade.

A exposição também explorou a poesia dos nomes brasileiros, reunindo cerca de 500 nomes de municípios selecionados por Galindo e dispostos nas paredes e nos elevadores de acesso à sala, compondo um grande poema visual que ecoava a inventividade e a pluralidade da língua.

Inspirada na instalação “Falares”, presente na exposição principal do Museu desde 2021, “Fala Falar Falares” ampliou essa experiência, transformando o tema da fala em um espetáculo de som, luz e movimento.

Mais do que uma mostra sobre linguagem, “Fala Falar Falares” foi uma celebração da diversidade linguística e cultural do Brasil, um convite à escuta e à reflexão sobre como a língua molda a forma de pensar, sentir e habitar o mundo.

Tipo de Exposição

Exposição temporária

Sonhei em português!

12/11/2021

A exposição temporária "Sonhei em português!" entrou em cartaz no Museu da Língua Portuguesa em 12 de novembro. Com curadoria de Isa Grinspum Ferraz, a mostra abordou a migração como um direito humano, revelando como o deslocamento contemporâneo foi atravessado pela questão da língua.

A exposição destacou a experiência de imigrantes de várias nacionalidades em São Paulo, uma cidade profundamente ligada à imigração. O título da mostra veio de um depoimento que simbolizou a ligação pessoal do imigrante com a nova terra.

Logo na entrada, a sala Deslocamentos Cruzados apresentou instalações visuais e sonoras que refletiram a diversidade de idiomas em uso. Uma vitrine exibiu letras e caracteres de várias línguas, como árabe, coreano, chinês, hebraico e cirílico. Cantos em diferentes idiomas, reunidos pela cantora Fortuna, compuseram a trilha sonora da exposição.

A segunda sala, Tanto mar, foi ocupada pela instalação inédita "Travessia", criada por Leandro Lima, que evocou a travessia de um oceano. Textos poéticos projetados nas paredes falaram sobre o partir, em uma instalação do Coletivo Bijari.

Na sala Para esta cidade, doze caixas apresentaram objetos que tematizaram a experiência migratória, articulados a vídeos de imigrantes de várias nacionalidades. Um mini auditório exibiu vídeos sobre a imigração do século XXI, com curadoria de Solange Farkas.

Na saída, a sala Do Brasil para apresentou depoimentos de brasileiros que vivem em outros países, abordando questões linguísticas e a saudade do Brasil.

A exposição "Sonhei em português!" complementou a abordagem histórica dos fluxos migratórios na construção do português falado no Brasil. Com patrocínio do Grupo Volvo e apoio do escritório Mattos Filho, a mostra ficou em cartaz até junho de 2022.

Tipo de Exposição

Exposição temporária

Línguas africanas que fazem o Brasil

15/04/2026

Línguas Africanas em forma de exposição virtual do Museu da Língua Portuguesa, investiga a presença e a influência das línguas africanas na formação do português falado no Brasil. Com curadoria do músico e filósofo Tiganá Santana, a mostra digital propõe uma reflexão sobre como elementos linguísticos e culturais de línguas como o iorubá, o eve-fom e as línguas do grupo bantu moldaram vocabulário, pronúncia, entonação e formas de pensar no português brasileiro.

A exposição aborda trajetórias históricas e sociais da presença africana no Brasil, destacando palavras de origem africana hoje usadas no cotidiano brasileiro e explorando conexões entre linguagem verbal e manifestações culturais, como música, rituais e símbolos. Conteúdos audiovisuais, narrativas sonoras e materiais interativos permitem ao visitante digital ouvir vozes, descobrir expressões linguísticas africanas incorporadas ao português e compreender a ancestralidade linguística presente na língua brasileira.

A versão virtual amplia o acesso ao tema ao apresentar conteúdos de pesquisa, registros sonoros e experiências de imersão que evidenciam as contribuições africanas para a diversidade cultural e linguística do Brasil, promovendo uma reflexão crítica sobre identidade, memória e herança cultural.

Tipo de Exposição

Exposição virtual

Vidas em Cordel

02/11/2024

A exposição "Vidas em Cordel" foi uma correalização do Museu da Pessoa e do Museu da Língua Portuguesa, com curadoria do poeta e cordelista Jonas Samaúma, do cordelista e pesquisador do folclore brasileiro Marco Haurélio, e da xilogravadora Lucélia Borges. Baseada em narrativas individuais de pessoas comuns e personalidades, a mostra transformou essas histórias em obras literárias ao mesmo tempo épicas e cotidianas.

Dentre as 21 histórias de vida cordelizadas exibidas, três foram apresentadas ao público de forma inédita. Essas narrativas foram inspiradas nos depoimentos de personalidades que desenvolveram trabalhos de grande impacto na região da Luz, no centro histórico da capital paulista, onde o Museu da Língua Portuguesa está localizado. A exposição chegou a São Paulo após passar por Pernambuco (Santa Cruz), Bahia (Salvador, São José do Paiaiá, Mucugê e Feira de Santana) e Minas Gerais (Paracatu).

Entre as histórias inéditas, destacou-se Cleone Santos, que criou o Coletivo Mulheres da Luz, e Idibal Matto Pivetta, que teve atuação importante na defesa de presos políticos durante a ditadura militar no Brasil e fundou o Teatro Popular União e Olho Vivo (TUOV). A mostra também exibiu a trajetória de MC Kawex, rapper que viveu por 20 anos na Cracolândia, sendo uma voz ativa na região.

Além dessas, houve histórias de figuras conhecidas, como o líder indígena e imortal da Academia Brasileira de Letras, Ailton Krenak, e o jornalista Gilberto Dimenstein. A arte da xilogravura, característica das capas dos cordéis, também esteve presente, com gravuras produzidas por Lucélia Borges e Artur Soares, dando vida aos personagens e cenários das histórias.

A exposição contou ainda com uma cabine interativa no Saguão B, onde os visitantes puderam gravar depoimentos pessoais, que foram adicionados ao acervo digital do Museu da Pessoa.

Tipo de Exposição

Exposição temporária

Nhe’ẽ Porã

12/10/2022

A exposição temporária "Nhe’ẽ Porã: Memória e Transformação", com foco nas línguas dos povos originários, ocorreu no Museu da Língua Portuguesa, no espaço expositivo do 1º andar. Ela representou um importante marco na história do MLP, sendo a primeira grande exposição sobre a temática no Brasil. Com curadoria indígena, a exposição lançou um olhar sobre as relações entre línguas indígenas e língua portuguesa, perpassando por temáticas culturais, políticas e sociais.

A mostra propôs um mergulho na história, na memória e na realidade atual das línguas dos povos indígenas do Brasil, por meio de objetos etnográficos e arqueológicos, instalações audiovisuais e obras de arte. Seu objetivo foi apresentar outros pontos de vista sobre os territórios materiais e imateriais, as histórias, memórias e identidades desses povos, evidenciando suas trajetórias de luta e resistência, bem como os cantos e encantos de suas culturas.

A exposição partiu da concepção de que "língua é pensamento, língua é espírito, língua é uma forma de ver o mundo e apreciar a vida", conforme definido por sua curadora, a artista indígena Daiara Tukano. O título da mostra, em Guarani Mbya, expressa essa visão: nhe’ẽ significa espírito, sopro, vida, palavra, fala; porã, por sua vez, quer dizer belo, bom. Juntos, os termos remetem a "belas palavras", "boas palavras" – palavras sagradas que dão sentido à experiência humana sobre a Terra.

A exposição marcou o lançamento da Década Internacional das Línguas Indígenas (DILI 2022–2032) da Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco) no Brasil.

Memória e Transformação

Tipo de Exposição

Exposição temporária

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Língua Geral de Mina: uma das faces linguísticas da história africana no Brasil

Uma língua de origem africana que surge em território brasileiro e ajuda a entender uma parte de nossa história linguística e cultural

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Toda história são muitas histórias. Da mesma forma que a história do território que hoje chamamos de Brasil é composta pelas histórias dos povos que nele viviam quando os falantes de língua portuguesa aqui chegaram.

A poética das vozes

A poesia está na vida, na escuta e no sentir dos diversos falares que simplesmente acontecem, naturais e espontâneos, no dia a dia. É o que mantém nossa existência vinculada ao ritmo do cosmos e ao nosso chão. Mais do que forma literária, é um jeito de ser, de se relacionar, de lidar com o mundo e com o nosso território. Como estamos sempre em movimento, torna-se importante nos situarmos geograficamente para nos localizarmos, visto que o lugar do qual falamos diz quem somos e qual é o nosso ponto de partida.

Português: língua pluricêntrica – Artigo de Regina Pires de Brito

A língua portuguesa é uma construção conjunta de todos aqueles que a falam — e é assim desde há séculos. A minha língua — aquela de que me sirvo para escrever —, não se restringe às fronteiras de Angola, de Portugal ou do Brasil. A minha língua é a soma de todas as suas variantes. É plural e democrática. A sua imensa riqueza está nessa diversidade e na capacidade de se afeiçoar a geografias diversas, na forma como vem namorando outros idiomas, recolhendo deles palavras e emoções. Aprisionar a língua portuguesa às fronteiras de Portugal (ou de Angola ou do Brasil) seria mutilá-la, roubar-lhe memória e destino. (José Eduardo Agualusa) [1]

Conheça algumas das exposições que, ao longo dos últimos anos, deixaram sua marca no Museu e ampliaram os diálogos sobre a língua portuguesa.

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