Jerusalém é uma das cidades mais antigas do mundo com importância religiosa, histórica e política. É mencionada pela primeira vez nas cartas de Tell el-Amarna, por volta de 1370 a.C., como um centro urbano relevante na região.
Considerada sagrada por judeus, cristãos e muçulmanos, Jerusalém abriga locais emblemáticos como o Muro das Lamentações, a Igreja do Santo Sepulcro e a Mesquita de Al-Aqsa. Devido a essa centralidade espiritual e histórica, a cidade tem sido objeto de disputas e reverência ao longo dos séculos.
Em 1947, o plano de partilha da Palestina proposto pelas Nações Unidas sugeriu que Jerusalém fosse administrada como uma cidade internacional devido à sua importância religiosa e caráter sensível. No entanto, após a Guerra Árabe-Israelense de 1948, a cidade foi dividida entre a Jordânia (parte oriental) e Israel (parte ocidental).
Durante a Guerra dos Seis Dias, em 1967, Israel ocupou a parte oriental da cidade e passou a considerar Jerusalém unificada como sua capital, decisão que permanece controversa e não é reconhecida por grande parte da comunidade internacional.