Coletivo Coletores

Formado em 2008 na periferia da Zona Leste de São Paulo pelos artistas e pesquisadores Toni Baptiste (1984, Santo André, SP) e Flávio Camargo (1976, São Paulo, SP), o Coletivo Coletores desenvolve uma pesquisa artística profundamente vinculada ao território urbano, entendendo a cidade como meio, suporte e plataforma crítica para suas ações. Seu trabalho articula diversas linguagens visuais e tecnológicas — como graffiti, fotografia, game art, videomapping e publicações impressas — para reinterpretar e reimaginar narrativas sobre o espaço público. Com foco em temas como periferias globais, direito à cidade e apagamentos histórico-culturais, o coletivo realiza ações que evidenciam estratégias de resistência e afirmação cultural no Brasil. Mantém, ainda, uma forte vocação pedagógica, desenvolvendo oficinas, processos colaborativos e ações formativas junto a outros coletivos e comunidades. Ao longo de sua trajetória, o Coletivo Coletores integrou exposições e projetos em importantes instituições culturais, entre elas o Museu da Língua Portuguesa, instituição com a qual estabeleceu parceria estratégica em iniciativas que articulam linguagem, território e participação social. A presença do coletivo em ações promovidas pelo Museu — incluindo projetos colaborativos, mediação artística e experimentações com videomapping — reforça a vocação do MLP em dialogar com diferentes públicos, especialmente aqueles situados nas margens geográficas e simbólicas da cidade. O coletivo também integrou programações do MAM-SP, Itaú Cultural, Museu das Favelas, Museu Nacional da República, MuBE, FUNARTE, Centro Cultural Fiesp, Museu Afro Brasil Emanoel Araujo, Bienal Internacional de Arquitetura de São Paulo, festival FONLAD (Portugal), Instituto Moreira Salles, Rede Sesc, Red Bull Station, CCSP, British Council e a Bienal Internacional de Arte Contemporânea de Dakar. Em 2025, o Coletivo Coletores representou o Brasil na Noite Europeia dos Museus, na França, em parceria com o Instituto Tomie Ohtake, consolidando sua presença em circuitos internacionais. Sua atuação tem sido reconhecida por diferentes prêmios, incluindo indicação ao MVF Awards 2021, contemplação no ProAC Históricos em Artes Visuais (2021), e os prêmios PIPA (2022), Artistas de Impacto (2023) e Lei Paulo Gustavo (2023/2024).

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Formado em 2008 na periferia da Zona Leste de São Paulo pelos artistas e pesquisadores Toni Baptiste (1984, Santo André, SP) e Flávio Camargo (1976, São Paulo, SP), o Coletivo Coletores desenvolve uma pesquisa artística profundamente vinculada ao território urbano, entendendo a cidade como meio, suporte e plataforma crítica para suas ações. Seu trabalho articula diversas linguagens visuais e tecnológicas — como graffiti, fotografia, game art, videomapping e publicações impressas — para reinterpretar e reimaginar narrativas sobre o espaço público. Com foco em temas como periferias globais, direito à cidade e apagamentos histórico-culturais, o coletivo realiza ações que evidenciam estratégias de resistência e afirmação cultural no Brasil. Mantém, ainda, uma forte vocação pedagógica, desenvolvendo oficinas, processos colaborativos e ações formativas junto a outros coletivos e comunidades. Ao longo de sua trajetória, o Coletivo Coletores integrou exposições e projetos em importantes instituições culturais, entre elas o Museu da Língua Portuguesa, instituição com a qual estabeleceu parceria estratégica em iniciativas que articulam linguagem, território e participação social. A presença do coletivo em ações promovidas pelo Museu — incluindo projetos colaborativos, mediação artística e experimentações com videomapping — reforça a vocação do MLP em dialogar com diferentes públicos, especialmente aqueles situados nas margens geográficas e simbólicas da cidade. O coletivo também integrou programações do MAM-SP, Itaú Cultural, Museu das Favelas, Museu Nacional da República, MuBE, FUNARTE, Centro Cultural Fiesp, Museu Afro Brasil Emanoel Araujo, Bienal Internacional de Arquitetura de São Paulo, festival FONLAD (Portugal), Instituto Moreira Salles, Rede Sesc, Red Bull Station, CCSP, British Council e a Bienal Internacional de Arte Contemporânea de Dakar. Em 2025, o Coletivo Coletores representou o Brasil na Noite Europeia dos Museus, na França, em parceria com o Instituto Tomie Ohtake, consolidando sua presença em circuitos internacionais. Sua atuação tem sido reconhecida por diferentes prêmios, incluindo indicação ao MVF Awards 2021, contemplação no ProAC Históricos em Artes Visuais (2021), e os prêmios PIPA (2022), Artistas de Impacto (2023) e Lei Paulo Gustavo (2023/2024).

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