Linguagens transatlânticas

Polo de Discussões 2024

Em 2024, o Centro de Referência do Museu da Língua Portuguesa (CRMLP) propôs o ciclo "Linguagens Transatlânticas", composto por dois encontros. A iniciativa teve como foco aprofundar o debate sobre as conexões entre o português falado no Brasil e as línguas e culturas africanas, reconhecendo o continuum transatlântico e a história das populações, em sintonia com a temática das línguas africanas explorada na exposição temporária "Línguas Africanas que fazem o Brasil". O evento buscou sensibilizar, formar pesquisadores e promover a discussão aberta ao público sobre heranças, apropriações e as dinâmicas diaspóricas entre Brasil e África.    

Documento referente ao primeiro encontro do ciclo "Linguagens Transatlânticas", realizado pelo Centro de Referência do Museu da Língua Portuguesa. A atividade teve como proposta discutir diásporas africanas fundamentais para compreender a formação linguística e cultural brasileira. O evento contou com a participação da linguista Margarida Petter, professora livre-docente aposentada do Departamento de Linguística da Universidade de São Paulo, que tratou da diáspora dos povos bantu; e de Félix Ayoh’Omidire, professor de estudos literários, étnicorraciais e culturais luso-afro-brasileiros na Universidade Obafemi Awolowo, Ile-Ife (Nigéria), que abordou a diáspora iorubana.
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O primeiro encontro do ciclo teve como proposta discutir duas diásporas africanas fundamentais para compreender a formação linguística e cultural brasileira: a bantu e iorubana.

Com:

Margarida Petter (Departamento de Linguística da Universidade de São Paulo)

Félix Ayoh’Omidire (Universidade Obafemi Awolowo, Ile-Ife, Nigéria)

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Registro audiovisual do segundo encontro do ciclo "Linguagens Transatlânticas", promovido pelo Centro de Referência do Museu da Língua Portuguesa. O evento teve como proposta discutir como o português falado no Brasil é profundamente marcado pelo contato com diversas línguas do continente africano.

As discussões destacaram que, para além do léxico, as línguas africanas estão presentes na sonoridade das palavras, na construção e no ritmo das frases e até na forma como conceitos e visões de mundo são elaborados no português brasileiro.

Participaram como convidados:

Esmeralda Vaillati Negrão, doutora em Linguística e professora titular no Departamento de Linguística da FFLCH-USP;

Adinelson Àkànbí Ọdẹ Filho, mestre em Literatura e Cultura (PPGLitCult-ILUFBA), membro do Grupo de Pesquisa Yorubantu: epistemologias Yorùbá e Bantu nos estudos literários, linguísticos e culturais, pesquisador e professor de Língua, Literatura e Cultura Yorùbá.
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O segundo encontro do ciclo teve como proposta discutir como o português falado no Brasil é profundamente marcado pelo contato com diversas línguas do continente africano. As discussões destacaram que, para além do léxico, as línguas africanas estão presentes na sonoridade das palavras, na construção e no ritmo das frases e até na forma como conceitos e visões de mundo são elaborados no português brasileiro.

Com:

Esmeralda Vaillati Negrão (Universidade de São Paulo)

Adinelson Àkànbí Ọdẹ Filho (Grupo de Pesquisa Yorubantu: epistemologias Yorùbá e Bantu)

Wellington Santos Silva (Universidade de São Paulo)

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