Augustina Bessa-Luís
Exposição
Titulo
Augustina Bessa-Luís
Sub-título
vida e obra
Tipo de Exposição
Exposição temporária
Área expositiva
3º andar
Descrição
O Museu da Língua Portuguesa, em parceria com o Consulado Geral de Portugal em São Paulo, apresentou a exposição “Agustina Bessa-Luís, Vida e Obra”, concebida por Inês Pedrosa e João Botelho. A mostra prestou homenagem à escritora portuguesa Maria Agustina Ferreira Teixeira Bessa, conhecida mundialmente sob o pseudônimo Agustina Bessa-Luís, nascida em 15 de outubro de 1922, em Vila Meã, Amarante. Autora prolífica, ela produziu romances, contos, peças teatrais, livros infantis e crônicas, além de ter dirigido o Teatro Nacional D. Maria II, em Lisboa, entre 1990 e 1993. Instalada no saguão do terceiro andar do Museu, onde permaneceu até março de 2015, a exposição foi uma iniciativa do Camões – Instituto da Cooperação e da Língua, I.P., em parceria com o Consulado Geral de Portugal em São Paulo. Para o diretor do Museu, Antonio Carlos de Moraes Sartini, a mostra representou uma oportunidade especial de aproximar o público brasileiro da obra de uma das mais importantes autoras da língua portuguesa, ainda pouco conhecida no Brasil. Composta por 20 painéis ilustrados com textos e fotografias, a exposição apresentou uma linha do tempo que percorre a trajetória intelectual e pessoal de Agustina: sua chegada ao Porto para estudar em 1935, a breve passagem por Coimbra nos anos 1940, a publicação de seu primeiro livro, Mundo Fechado (1948), e o reconhecimento internacional alcançado com o romance A Sibila (1954), obra que consolidou sua maturidade literária. Classificada pela crítica como neo-romancista, Agustina também demonstrou grande interesse pela obra de Camilo Castelo Branco e recebeu inúmeras distinções ao longo da carreira, como a Medalha de Honra da Cidade do Porto, a Ordem das Artes e das Letras da República Francesa (Grau de Oficial) e o Prêmio Camões em 2004. Suas obras foram traduzidas para diversos idiomas e muitas inspiraram adaptações cinematográficas, especialmente as dirigidas por Manoel de Oliveira, como Vale Abraão (1993) e O Convento (1995). A mostra destacou ainda o papel de Agustina nas principais instituições culturais portuguesas e sua retirada da vida literária a partir de 2006 devido a questões de saúde, reafirmando seu lugar como uma das vozes mais expressivas da literatura em língua portuguesa.
Palavra-chave
Literatura portuguesa
Portugal
Neorromantismo
Parcerias e Patrocínios
Camões Instituto da Cooperação da Língua
Organização e Realização
Museu da Língua Portuguesa
Governo do Estado de São Paulo
Secretaria da Cultura, Economia e Indústria Criativas
IDBrasil Cultura, Educação e Esporte
Consulado Geral de Portugal em São Paulo
Curadoria
Inês Pedrosa
João Botelho
Entidade Relacionada
Francisco Vidal Luna
Caio Luiz Cibella de Carvalho
Luiz Laurent Bloch
Vitória Boldrin
Evandro Hawila Barbosa Pereira
Antonio Carlos de Moraes Sartini
Augustina Bessa-Luís
Carolina Negri
Fábio José Panciero
Daniela Nunes
Hugo Takeyama
Josivaldo Lima
Renato Baldin
Marina Sartori de Toledo
Jayson Miranda Sant’ana
Rita de Cássia Almeida Braga
Ruy Rubio Rocha
Anamélia Pereira Lima
Rafael Viana Lumazini
Raphael Ramos da Costa Fioranelli Vieira
Simone Vieira de Moraes
Raphael Rocha Fernandes
Renan Melo
Natalí Moura
É parte de
Exposições
Exposições
Imagem
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Local
São Paulo
Local de Realização
Museu da Língua Portuguesa
Data Inicial
2014-12-15
Data Final
2015-03-29
coordinates
-23.5557714,-46.6395571,4