Museus, língua e preservação

Polo de Discussões 2023

Este ciclo de encontros abordou a multiplicidade da língua portuguesa e as diversas línguas que a compõem, enxergando a língua como patrimônio imaterial que atua na construção de identidades e é crucial para o respeito à diferença. Estruturado em quatro eventos, o ciclo trouxe debates que incluiam a atualização sobre o papel e as possíveis atuações dos museus na contemporaneidade, experiências de outras instituições e discussões aprofundadas sobre o que constitui o patrimônio imaterial e os desafios envolvidos em sua preservação. A iniciativa buscou tanto a sensibilização, formação e reflexão entre profissionais da área, quanto promover uma discussão aberta ao público do MLP sobre como abordar e trabalhar com o patrimônio da língua.

Registro audiovisual do primeiro encontro do ciclo "Museus, língua e preservação", promovido pelo Centro de Referência do Museu da Língua Portuguesa. O ciclo tem como objetivo debater a atualização do debate sobre o conceito de museus e suas atuações possíveis, compartilhar experiências de outras instituições, refletir sobre o patrimônio imaterial e os desafios e recompensas de pensar sua preservação.

A proposta deste encontro foi refletir sobre as atuações possíveis dos museus de línguas em consonância com os parâmetros da Nova Definição de Museus do ICOM, discutindo caminhos para enfrentar o desafio de abordar o objeto "língua" em contextos museológicos.

Participaram como convidados:

Marília Bonas, historiadora, diretora do ICOM Brasil e diretora técnica do Museu da Língua Portuguesa;

Bruno Brulon, museólogo e antropólogo, membro do ICOFOM (Comitê Internacional de Museologia do ICOM);

Elaine Gold, linguista, diretora do Canadian Language Museum, trazendo a experiência de musealizar as línguas originárias do Canadá.

Este documento faz parte de um conjunto documental do ciclo "Museus, Língua e Preservação".
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Encontro que abordou a atualização do debate sobre o conceito de museus e suas atuações possíveis, compartilhar experiências de outras instituições, refletir sobre o patrimônio imaterial e os desafios e recompensas de pensar sua preservação. A proposta foi refletir sobre as atuações possíveis dos museus de línguas em consonância com os parâmetros da Nova Definição de Museus do ICOM, discutindo caminhos para enfrentar o desafio de abordar o objeto "língua" em contextos museológicos.

Com:

Marília Bonas (Museu da Língua Portuguesa)

Bruno Brulon (Comitê Internacional de Museologia do ICOM)

Elaine Gold (Canadian Language Museum)

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Vídeo referente ao segundo encontro do ciclo "Museus, Língua e Preservação", realizado pelo Centro de Referência do Museu da Língua Portuguesa. O evento teve como objetivo discutir a atuação dos museus, experiências institucionais, patrimônio imaterial e os desafios da preservação cultural.

O encontro abordou como as línguas e os museus funcionam como ferramentas de articulação de conhecimentos, construção de identidades e narrativas. Também foram discutidos conceitos de patrimônio, sua identificação, delimitação e finalidades.

Participaram da discussão:

Anna Luisa Daigneault, do Living Tongues Institute for Endangered Languages (EUA), organização dedicada à proteção da diversidade linguística;

Reginaldo Gonçalves, professor de Antropologia Cultural no Instituto de Filosofia e Ciências Sociais da UFRJ, pesquisador nas áreas de coleções, museus e patrimônios, memória e cidade, e história da antropologia.

Este documento faz parte de um conjunto documental do ciclo "Museus, Língua e Preservação".
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Segundo encontro do ciclo, teve como objetivo discutir a atuação dos museus, experiências institucionais, patrimônio imaterial e os desafios da preservação cultural. O encontro abordou como as línguas e os museus funcionam como ferramentas de articulação de conhecimentos, construção de identidades e narrativas. Também foram discutidos conceitos de patrimônio, sua identificação, delimitação e finalidades.

Com:

Anna Luisa Daigneault (Living Tongues Institute for Endangered Languages)

Reginaldo Gonçalves (Instituto de Filosofia e Ciências Sociais da UFRJ) 

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Vídeo referente ao terceiro encontro do ciclo "Museus, Língua e Preservação", realizado pelo Centro de Referência do Museu da Língua Portuguesa. O evento debateu temas sobre a atuação dos museus, experiências institucionais, patrimônio imaterial e desafios da preservação cultural. O encontro também explorou a relação entre língua, música e memória, analisando como essas manifestações culturais contribuem para a construção e perpetuação da memória e das tradições humanas. A música foi discutida como ferramenta de articulação de conhecimentos, construção de identidades e narrativas coletivas, além de espaço de circulação cultural e histórica.

Participaram dessa discussão:

Nilcemar Nogueira, doutora em Psicologia Social e mestre em Bens Culturais, fundadora do Museu do Samba, que contribuiu com perspectivas sobre memória, tradição e patrimônio imaterial;

Pedro Acosta, doutor em Música, produtor cultural e presidente da Associação Brasileira de Etnomusicologia – ABET, que abordou a relação entre música e construção de identidade cultural.

Este documento faz parte de um conjunto documental do ciclo "Museus, Língua e Preservação".
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A proposta deste terceiro encontro foi discutir como os elos entre língua e música podem construir e perpetuar a memória e as tradições de seres humanos por diversas gerações. Considerando que músicas são ferramentas de articulação de conhecimentos, construção de identidades e narrativas, espaços de circulação da cultura e história das pessoas, há um ponto em comum entre língua, música e memória: elas têm um viés coletivo e são ao mesmo tempo produtoras e produtos da história de um povo.

Com:

Nilcemar Nogueira (Museu do Samba) 

Pedro Acosta (Associação Brasileira de Etnomusicologia – ABET) 

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Vídeo referente ao quarto encontro do ciclo "Museus, Língua e Preservação", realizado pelo Centro de Referência do Museu da Língua Portuguesa. O evento teve como objetivo discutir temas relacionados à atuação dos museus, experiências institucionais, patrimônio imaterial e os desafios da preservação cultural.

O encontro abordou como a oralidade se manifesta nos museus, tanto na natureza do acervo quanto como prática de registro e documentação. Foram discutidas estratégias de articulação da oralidade por museus que lidam com o patrimônio imaterial, considerando saberes, práticas e vivências de pessoas e comunidades.

Participaram da discussão:

Felipe Rocha, mestre em Museologia pela Universidade de São Paulo e Coordenador de Acervo no Museu da Pessoa;

Mauro Luiz da Silva (Padre Mauro), doutor em Ciências Sociais pela Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais, diretor e curador do Museu dos Quilombos e Favelas Urbanas (Muquifu).

Este documento faz parte de um conjunto documental do ciclo "Museus, Língua e Preservação".
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A proposta deste quarto Polo de Discussões foi discutir como a oralidade se faz presente nos museus – no que se refere à natureza do acervo em si, mas também como prática de registro e documentação – e como a mesma pode ser articulada por museus que tratam da imaterialidade em suas práticas patrimoniais, no que se refere aos saberes, práticas e vivências de pessoas e comunidades.

Com:

Felipe Rocha (Museu da Pessoa)

Mauro Luiz da Silva, conhecido como Padre Mauro (Museu dos Quilombos e Favelas Urbanas - Muquifu)   

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