Não podiam ser chefes

Museológico

Tipo

Nato-digital

Gênero documental

Audiovisual

Tipo documental

Video

Incorporação Anterior

STP12_VIDEO

Código de Inventário

noli_aud_111

Título

Não podiam ser chefes

Descrição

O vídeo reúne trechos do programa “Não podiam ser chefes, resistiam a ser escravos”, da série “Racismo em Português”, produzida pelo Jornal Público em parceria com a Fundação Francisco Manuel dos Santos, com reportagem de Joana Gorjão Henriques.

Suporte/Material

Digital

Duração (HH:MM:SS)

00:04:34

Formato

MP4

Autoria

Local de Produção

São Tomé e Príncipe

Contexto de produção

Não podiam ser chefes, resistiam a ser escravos faz parte da série Racismo em Português, um projeto jornalístico que examina aspectos muitas vezes negligenciados do período colonial português e suas consequências nas sociedades de língua portuguesa. A reportagem foi produzida pelo Jornal Público com pesquisa e texto de Joana Gorjão Henriques, com apoio visual e realizativo de Frederico Batista, e foi publicada em fevereiro de 2016. O trabalho integra entrevistas, imagens e testemunhos sobre a experiência histórica em diferentes países africanos que foram colônias portuguesas, incluindo Cabo Verde, Guiné-Bissau, Angola, Moçambique e São Tomé e Príncipe. No segmento dedicado a São Tomé e Príncipe, a reportagem aborda dinâmicas sociais e raciais no contexto colonial, como a proibição social de casamentos inter-raciais, a miscigenação clandestina e as formas como as hierarquias raciais estruturavam relações familiares e comunitárias. A série busca revelar como o racismo e a escravidão foram vividos e lembrados nesses territórios, problematizando narrativas simplificadas sobre o passado colonial e suas marcas no presente. A reportagem dialoga com a chamada “rota da escravatura” nos países lusófonos e convida o público a refletir sobre a memória histórica e as gramáticas da diferença que ainda influenciam percepções sociais. Katya Aragão e Eduardo Malé são dois criadores atuantes na cena cultural contemporânea de São Tomé e Príncipe, com trabalhos que dialogam com temas sociais, memória e identidades do arquipélago. Katya Aragão é jornalista, realizadora e produtora, reconhecida por projetos audiovisuais que abordam questões ligadas à juventude, cidadania e representação, além de iniciativas de formação e dinamização cultural no país. Eduardo Malé atua como realizador e produtor audiovisual, desenvolvendo obras que exploram o cotidiano santomense e problematizam dimensões históricas e sociais do arquipélago. Juntos ou em projetos individuais, ambos contribuem para ampliar a presença da produção artística santomense no espaço lusófono, reforçando a importância do audiovisual como instrumento de reflexão e expressão no contexto das ilhas.

Tópico relacionado

Identidade

Racismo

História

Colonização portuguesa

Lutas identitárias

Descritores

África

Inocência Mata

Joana Gorjão Henriques

Fundação Francisco Manuel dos Santos

Eduardo Malé

Katya Aragão

Maisa Bom Jesus

Data de Entrada

2020-04-27

Método de Entrada

Licenciamento

Proveniência

Público Comunicação Social SA

Motivo da Entrada

Para compor exposição de Longa Duração do Museu da Língua Portuguesa.

Exposição

São Tomé E Príncipe

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Data final

Coordenadas

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