Bibliográfico

Línguas africanas que fazem o Brasil

2025

Identificação

Natureza do Item de acervo
Tipologia documental
TextualCatálogoGênero Documental

Título e Responsabilidade

Título
Línguas africanas que fazem o Brasil
Editor(es) / Organizador(es)
Tradutor(es)
Outras entidades
Adeloyá OjúBará FotografiaPessoa
Adenor Gondin FotografiaPessoa
Amanda Tropicana FotografiaPessoa
Antonello Veneri FotografiaPessoa
Diogo de Andrade FotografiaPessoa
Edgar Rocha FotografiaPessoa
Helen Salomão FotografiaPessoa
Juh Almeida FotografiaPessoa
Gabriel Barrera FotografiaPessoa
Oga Mendonça Projeto GráficoPessoa
Daniel Brito Projeto GráficoPessoa
Barbara Garcia Designer assistentePessoa
Lilia Goes Produção GráficaPessoa

Dados de Publicação

Editora
Local de publicação
2025
Edição
Numero de páginas
176
ISBN / ISSN
978-65-999470-8-7
Referencial bibliográfico
LÍNGUAS africanas que fazem o Brasil. Alexander Cobbinah [et al.]. Curadoria: Tiganá Santana. São Paulo: Museu da Língua Portuguesa, 2025.

Classificação e Indexação

Classificação Decimal Universal (CDU)
069.538
Palavras-chave / Assuntos
Sinopse
O catálogo Línguas africanas que fazem o Brasil, lançado em 2025 pelo Museu da Língua Portuguesa sob curadoria de Tiganá Santana, registra e amplia a exposição homônima que evidenciou o papel central das línguas de origem africana na formação do português falado no Brasil e da cultura brasileira. A publicação apresenta textos críticos, ensaios, entrevistas e obras visuais de artistas e pesquisadores que exploram a presença viva das línguas banto, iorubá, jeje e fon, entre outras, no cotidiano e na memória coletiva do país. Palavras, cantos, ritmos, símbolos gráficos, provérbios e tradições afro-brasileiras são tratados não apenas como elementos linguísticos, mas como modos de existência que estruturam identidades, cosmopercepções e formas de resistência. O catálogo integra reflexões sobre racismo, colonialidade, diáspora, oralidade e filosofia africana, além de destacar a contribuição de intelectuais e lideranças negras como Lélia Gonzalez e Mãe Stella de Oxóssi. Imagens, instalações, registros sonoros e criações contemporâneas reforçam a ideia de que as línguas africanas permanecem pulsando no corpo da língua portuguesa e na cultura nacional. Mais do que um registro de exposição, a obra se configura como um instrumento antirracista e de valorização da ancestralidade africana, convidando o leitor a reconhecer a profundidade das marcas linguísticas e culturais que constituem o Brasil.

Suporte e Dimensões

Suporte / Material
DigitalMaterial

Proveniência

Data de entrada no acervo
2025

Digitalização e Acesso

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