Bibliográfico

Centro de Referência de Educação em Museus - ANO 3

2016

Identificação

Natureza do Item de acervo
Tipologia documental
TextualPublicaçãoGênero Documental

Título e Responsabilidade

Título
Centro de Referência de Educação em Museus - ANO 3
Eixo temático
Editor(es) / Organizador(es)
Marina Sartori de Toledo CoordenaçãoPessoa
Outras entidades
Juliana Pellegrini Projeto GráficoPessoa
Karen Montija CCBB Educativo Brasília CoordenaçãoPessoa
Natália Vinhal CCBB Educativo Brasília EducadorPessoa
Diana Tubenchlak UNESPPessoa
Edson Ignácio de Oliveira Museu da Língua Portuguesa EducadorPessoa
Rafael Cavinato Fernandes Museu da Língua Portuguesa EducadorPessoa
Denyse Emerich Museu da Língua Portuguesa CoordenaçãoPessoa
Mila Milene Chiovatto Museu da Língua Portuguesa CoordenaçãoPessoa
Mariana Girardi Barbosa Silva Museu Hering CoordenaçãoPessoa
Amanda Cuesta Educativo Museu da Língua Portuguesa AssistentePessoa
Davidson Kaseker SISEM-SP Diretoria TécnicaPessoa

Dados de Publicação

Editora
Local de publicação
2016
Edição
1
Coleção
Centro de Referência de Educação em Museus
Volume / Série
3
Numero de páginas
85
Referencial bibliográfico
MUSEU DA LÍNGUA PORTUGUESA. Centro de Referência de Educação em Museus. São Paulo: Museu da Língua Portuguesa, 2016. 85 p.

Classificação e Indexação

Palavras-chave / Assuntos
Sinopse
Terceira publicação do Centro de Referência de Educação em Museus do Museu da Língua Portuguesa, reúne um conjunto de experiências, reflexões e práticas educativas desenvolvidas por profissionais de diferentes instituições culturais do país. Coordenado por Marina Sartori de Toledo, responsável pela apresentação da obra, o volume nasce em um contexto de desafios e reconstrução, logo após o incêndio que atingiu o museu em 2015, reafirmando o compromisso do Núcleo Educativo com a formação continuada, a pesquisa e a mediação cultural. O caderno se abre com o texto “CCBB Educativo Brasília: as histórias que constroem mediação”, de Karen Montija e Natália Vinhal, que apresentam a experiência do Centro Cultural Banco do Brasil no Distrito Federal, destacando as estratégias de mediação voltadas à aproximação entre o público e as exposições, com ênfase em ações como Em Cantos e Contos, Livro Vivo, Pequenas Mãos e Musicando, que exploram a ludicidade, o som, a leitura e a convivência familiar como caminhos para a formação de públicos. Em seguida, Edson Ignácio de Oliveira e Rafael Cavinato Fernandes, educadores do Museu da Língua Portuguesa, relatam o processo de “Produção compartilhada de material educativo: uma experiência no Museu da Língua Portuguesa”, descrevendo a metodologia de escrita coletiva utilizada pela equipe na criação dos cadernos educativos das exposições temporárias. O artigo evidencia o caráter colaborativo e reflexivo do trabalho do núcleo educativo, que articula curadoria, mediação e linguagem museológica, tomando como exemplo o material da exposição Menas: o certo do errado, o errado do certo. No texto “Um pé em cada canoa”, Diana Tubenchlak, arte-educadora e pesquisadora, aborda a relação entre museus e escolas a partir das histórias de vida de professores, propondo o museu como espaço de interação, de formação continuada e de experiência subjetiva. A autora discute a importância da escuta, da pesquisa e do vínculo afetivo como elementos fundamentais na formação docente mediada por instituições culturais. Denyse Emerich e Mila Milene Chiovatto, da Pinacoteca do Estado de São Paulo, dão continuidade à discussão em “O Museu e a Escola”, analisando a trajetória histórica das ações educativas nos museus e detalhando os programas desenvolvidos pela Pinacoteca voltados aos professores, como o Clube do Professor e o espaço virtual Museu Para Todos. O texto reflete sobre o papel dos museus como agentes de transformação social e como parceiros na construção de práticas pedagógicas integradas à arte e à cultura. De Blumenau, Mariana Girardi Barbosa Silva compartilha a experiência do Museu Hering em “Engatinhando no Museu: experiências museais de pais e filhos”, que apresenta um programa voltado para a primeira infância. A autora descreve a criação de um espaço de aprendizado sensível e interativo, pensado para o convívio familiar e a experimentação, onde o brincar e o descobrir tornam-se parte da experiência museal. Na sequência, Amanda Cuesta escreve “Pequenos visitantes: o museu como um espaço para as primeiras descobertas”, ampliando o debate sobre a presença das crianças pequenas nos museus. Seu texto enfatiza o potencial educativo desses espaços para estimular a curiosidade, o olhar e a sensibilidade das crianças desde os primeiros contatos com o patrimônio cultural. Cláudia Feijó da Silva, em “Inventário Participativo e Percurso Cultural no Ponto de Memória Lomba do Pinheiro: do desenvolvimento metodológico à ação educativa”, apresenta uma metodologia colaborativa aplicada em Porto Alegre, articulando patrimônio, identidade e memória social. O projeto envolve a comunidade local no reconhecimento e registro de seus próprios bens culturais, promovendo o empoderamento e o sentimento de pertencimento. Por fim, Davidson Kaseker encerra o volume com “Ecomuseu Lomba do Pinheiro: construindo caminhos para o bem viver”, texto que reforça a dimensão comunitária e participativa dos ecomuseus e o papel da educação patrimonial como instrumento de transformação social. O Caderno 3 constitui, assim, um importante panorama das práticas e reflexões sobre educação em museus no Brasil, evidenciando o diálogo entre instituições, educadores e comunidades. Mais do que um registro de experiências, a publicação reafirma o compromisso do Museu da Língua Portuguesa com a difusão de conhecimento, a valorização das múltiplas linguagens e a construção coletiva de sentidos por meio da cultura.

Suporte e Dimensões

Suporte / Material
DigitalMaterial

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Relações

Item de acervo2