Macro Jê
Museológico
Tipo
Nato-digital
Gênero documental
Iconográfico
Tipo documental
Ilustração digital
Código de Inventário
Exp_NhePora_197
Título
Macro Jê
Descrição
Desenho de árvore intitulada: Macro Jê, pela artista visual Daiara Tukano. A imagem mostra uma ilustração em preto e branco de uma árvore com tronco largo e galhos que se estendem para cima, formando uma copa com poucas folhas agrupadas nas extremidades. A palavra “MACRO JÊ” está escrita abaixo do tronco. Nos galhos, estão os nomes de povos indígenas que pertencem à família linguística Macro-Jê: Xavante, Xerente, Apinajé, Kayapó, Krahô, Canela, Timbira, Krenak, Maxakali, Botocudo, Xokleng, Kaingang, Bororo, Ofayé, Pataxó, Panará, Suyá e Tapayuna. Os nomes estão distribuídos entre os ramos.
Suporte/Material
Digital
Técnica
Ilustração digital
Autoria
Daiara Tukano
Local de Produção
Não Identificado
Contexto de produção
Obra constituída para compor a exposição: Nhe'ẽ Porã: Memória e Transformação, que inaugurou a década Internacional das Línguas Indígenas (2022-2032), instituída pela Organização das Nações Unidas (ONU) e coordenada pela UNESCO em todo o mundo. A obra faz parte de um contexto profícuo de produção da arte indígena contemporânea no Brasil, tendo alguns porta-vozes como Daiara Tukano e Jaider Esbell. A família linguística Macro-Jê é formada por línguas indígenas presentes em áreas do Brasil, incluindo regiões do Centro-Oeste, Sudeste, Sul e parte do Norte. No Centro-Oeste, ocorre em Mato Grosso e Goiás, com povos como Xavante, Xerente e Panará. No Sudeste, está presente em Minas Gerais e Espírito Santo, com povos como Krenak e Maxakali. No Sul, ocorre nos estados do Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul, com povos como Kaingang e Xokleng. Na região Norte, está presente no Tocantins e no Maranhão, com povos como Apinajé, Canela, Krahô e outros grupos Timbira. Essa família inclui diferentes subgrupos, como Jê, Bororo, Maxakali e Krenak. As línguas Macro-Jê possuem estruturas aglutinantes e sistemas de classificação nominal e pronominal. Os povos que falam essas línguas realizam práticas culturais que incluem narrativas orais, cantos e rituais. Algumas dessas línguas estão em situação de vulnerabilidade devido à predominância de línguas nacionais. Existem iniciativas de registro e ensino que têm como objetivo a continuidade dessas línguas. A família Macro-Jê está relacionada à história da ocupação indígena em diferentes regiões da América do Sul e compõe o patrimônio linguístico da área.
Tópico relacionado
Arte contemporânea indígena
Natureza
Flora brasileira
Línguas Indígenas
Descritores
Brasil
Espírito Santo / ES
Minas Gerais / MG
Santa Catarina / SC
Rio Grande do Sul / RS
Tocantins / TO
Maranhão / MA
Mato Grosso / MT
Goiás / GO
Imagem
202211021716_0002.tif
Data de Entrada
2022-10-11
Método de Entrada
Licenciamento
Proveniência
Acervo Daiara Tukano
Motivo da Entrada
Composição da exposição: Nhe'ẽ Porã: Memória e Transformação.
Exposição
Língua é Memória [Nhe’ẽ Porã: Memória e Transformação] [Nhe’ẽ Porã]
Data final
2022